sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Agartha

Alguns dizem que a civilização subterrânea de Agartha foi fundada por extraterrestres, e que segundo as cosmologias do taoismo, hinduismo e budismo sua capital é Shamballah. Outros entendem que Shamballah é outra coisa, o lado ruim dessa civilização, e situada sob o oceano. Diz-se ainda que o acesso a Agartha só pode ser obtido por pessoas com um nível altíssimo de espiritualidade, uma vez que ela se encontra em outra dimensão, à qual apenas uns poucos têm acesso.
Primeiramente, darei uma breve explicação sobre Shamballah (Shambhala, Shambala, Shamballa ou também Sambala); baseando-se pelo o budismo tibetano, Shamballah é considerado um reino místico oculto nas regiões etéricas do planeta localizado abaixo da cordilheira do Himalaia ou na Ásia Central. É associada a teoria da Terra oca que propõe, obviamente, que a Terra teria uma estrutura oca.
Na Idade Média, era relacionada à ilha de Avalon, ilha lendária da lenda arturiana. O escritor francês Louis Jacolliot cria na existência desta civilização subterrânea e foi quem referiu-se a ela pela primeira vez, em 1873. Porém, como "Asgartha", uma fácil percepção de semelhança com a morada dos deuses nórdicos "Asgard".

Até brasileiros dedicaram seus estudos a defender a teoria da Terra Oca, como no caso de Henrique José de Souza, precursor do movimento eubiótico, realizando diversos estudos sobre ocultismo, teosofia e esoterismo.

Agartha enviaria seus emissários para auxiliar a humanidade de vez em quando, como mostra as diversas enormes construções feitas no mundo antigo. Para os hindus, Rama teria sido um desses emissários; o mesmo conceito é presente em diversas culturas de todas as partes do mundo, sejam elas antigas ou atuais e seria como um paraíso para os merecedores, inocentes e puros, onde se é imortal, possui atlantes e lemuriens (coincidência, não?) e todos podem fazer coisas superiores à nossa tecnologia humana.
Existem sete entradas para este império subterrâneo espalhadas pelo mundo, como podemos ver na foto ao lado, indicadas pelas setas. Ela não está perdida, apenas coexistiria com nós.
Mesmo com tantas entradas, a única forma de adentrar em Agartha é através da iniciação espiritual.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Vivendo com quatro sentidos

Sempre aprendemos que os sentidos basicamente são cinco: visão, audição, paladar, olfato e tato. Algumas pessoas vivem com todos enquanto outras, não. É o que ocorre com Tommy Edison.
Você já ouviu falar nesse nome? Se sim, sabe o quão interessante são seus vídeos; se não, precisa vê-los!
Caso você seja curioso, já se questionou alguma vez sobre a vida dos deficientes visuais, comumente chamados de cegos. Geralmente queremos saber como realizam coisas simples e rotineiras para quem tem o dom da visão.
Sabemos que a cegueira é a falta de percepção visual, condição que o crítico de cinema cego americano Tommy Edison vem vivenciando desde seu nascimento. Ele é responsável por uma série de vídeos com um ótimo senso de humor sobre sua vida e os seus desafios e recomendo seu canal a todos.
Postarei os cinco vídeos que achei mais legais e interessantes, só é preciso clicar no símbolo de legenda e traduzi-la para o português, já que o vídeo é em inglês.

"Pessoas cegas podem desenhar?"

"Conceitos intangíveis para uma pessoa cega"

"Aprendendo a sorrir"


"O que pessoas cegas acham atraente?"

"Se eu pudesse ver, eu ia querer?"

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lemúria e Mu

O continente desaparecido da Lemúria segue uma mitologia muito parecida com a da Atlântida, com datas propostas diferentes. Também foi chamado de Mu, ainda que alguns pesquisadores entendam que se trata de continentes desaparecidos diferentes; a Lemúria ficava no Pacífico e Mu no Oceano Índico.
A ideia teve origem no século XIX pela teoria geológica do catastrofismo, com a crença de que o continente existiu na Pré-história, deixando de ser um mito para ser uma possibilidade real. Para uma melhor compreensão, explicarei brevemente o que é o catastrofismo.
Catastrofismo é uma teoria desenvolvida pelo naturalista Georges Cuvier, que explica os diversos eventos ocorridos antigamente na Terra através da análise de fosseis e estratos geológicos, na qual nosso planeta sofreu várias catástrofes ou revoluções, formando um ciclo repetitivo de extinção e repovoamento.
Voltando ao assunto sobre o continente Lemúria, é interessante ver a relação que tinha com a Atlântida. A raça que habitava o continente teria se espalhado pelo planeta, inclusive a América do Sul, tal como se atribui aos atlantes, além disso, teosóficos (para eles, Mu equivale à Lemúria) defendem que a raça humana havia passado por quatro estágios pré-evolutivos, se encontrando no quinto estágio. Para esses teosóficos, a quarta raça seria muito semelhante à quinta e teria habitado principalmente em Atlântida. A terceira raça habitou a Lemúria e era um pouco bizarra, teria esqueleto cartilaginoso, três olhos (sendo um na nuca, hoje atrofiado, tendo dado origem à glândula pituitária, atualmente conhecida como hipófise). A segunda raça teria sido semi-etérea e a primeira raça não seria tangível, sendo feita de éter, no sentido metafísico da palavra.

Estudo e comparação da língua
Naacal com a Maia e a Egípcia,
por Churchward
Teria sido um suposto paraíso e o continente poderia ter sido destruído devido a causas naturais sou a uma grande guerra, característica semelhante à descrição de Atlântida e de Mu, fazendo tais continentes serem considerados o Éden.
Não se tem muitas informações sobre o Mu, já que as lendas que os povos que habitavam a América do Sul contavam sobre este continente caíram no esquecimento com a chegada de Cristóvão Colombo, que dizimou a cultura desses povos. Descreviam como um continente rico em ouro, prata e cobre e sua raça como a originária do homem. 
Por ter servido na marinha britânica, o coronel James Churchward conheceu um sacerdote quando estava na Índia, chamado Rishi, que lhe mostrou tábuas escritas em uma língua não conhecida, chamada Naacal ou Muviano (seria a língua falada em Mu). Ao decifrá-las, James revelou a existência de Mu, sua localização e a causa de sua submersão (ação vulcânica).
Nesse vídeo, podemos ver um pouco mais sobre Lemúria, porém, percebemos a confusão que causa a semelhança ou igualdade de Lemúria e Mu.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Suméria

Os historiadores datam o início da civilização considerada mais antiga da humanidade, da Suméria, por volta de 5.300 a. C., mas a datação alternativa cita a data de 450 mil a. C. como sendo o surgimento de Oannes, um dos akpalos enviados ao planeta para trazer o conhecimento ao povo da região, dando origem à civilização.
Sua localização geográfica era ao sul da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates; é evidente a inteligência dos sumérios quando suas tecnologias são abordadas. Primeiramente, é preciso destacar duas criações creditadas aos sumérios: a escrita cuneiforme (gravação com estilete sobre tábua de argila) e as cidades-estado, além da famosa e infinitamente útil roda. Criaram um sistema de medidas de capacidade, superfície e de pesos, desenvolveram a agricultura, cultivaram a cevada, o linho, a lentilha e o gergelim, do qual extraíam azeite. Empregaram a metalurgia do bronze e também foram os primeiros a dividir o dia em 24 horas, 60 minutos e 60 segundos; são atribuídas a eles, também, a divisão do ano em 12 meses e a divisão do círculo de 360 graus.
Duas esculturas sumérias
semelhantes a um astronauta
e um foguete/avião
Enfim, não há nenhuma dúvida sobre a existência dos sumérios como sobre as outras civilizações postadas antes. A história desse povo é grande, até porque realmente existiram por mais de 3 mil anos e foram dominados e derrotado em aproximadamente 1950 a. C. pelos amoritas e elamitas (originários da Pérsia). Enfatizarei a seguir sobre alguns mistérios.
Os sumérios eram adiantados para sua época, com o desenvolvimento da cerâmica e da estatuária de pedra e metal, deixaram-nos como fósseis, e entre eles, imagens de supostos aviões/foguetes e astronautas. Eram excelentes astrônomos, faziam cálculos avançadíssimos para a época, como a distância entre os planetas do Sistema Solar; eles descobriram a existência de, por exemplo, Plutão, que "redescobrimos" não há nem um século!
Em suas escrituras, foi descrito um planeta chamado Nibiru que ficava depois de Plutão e teria dado origem à "raça dos deuses". Isso explicaria a avançada tecnologia dos sumérios e até os próprios creditavam seus conhecimentos aos chamados Anunnaki; os sumérios teriam feito contato quando os Anunnaki viajaram para a Terra.
Enfim, dá para entender o quão importantes foram os sumérios, portanto, sobre o contato feito com os Anunnaki, deixo para conclusão própria. De um jeito bem informal, pensamos juntos: todo o conhecimento dos sumérios citados nesse texto e os que não foram citados como o saber da existência de Saturno, o cálculo da rotação da Lua em volta da Terra ter um erro de apenas 0,04s, o encontro de mais de 60 mil tabletes de argila com escritas cuneiformes sobre a origem da humanidade, todo conhecimento arquitetônico, astronômico, matemático, médico, hidráulico e mais uma pá de coisas que podemos encontrar a respeito deles, a pergunta que fica é: Como pode uma civilização ter todos estes conhecimentos sem a tecnologia e equipagem que temos hoje em dia?
Atualmente, ainda enfrentamos dificuldade para revelar cada vez mais sobre o universo, imagina em 1600, enquanto Galileu Galilei quase morria para defender suas descobertas, e imagina em 4.000 a. C. ?!
Pensem e se expressem!

Os Gigantes

As histórias sobre civilizações de gigantes existem em várias culturas da Terra. Fazem parte de mitologia nórdica, são citados na Bíblia e para os gregos, eram os filhos de Urano e Gaia. Nas escrituras sumérias (5.000 a.C.), podemos encontrar uma raça chamada Anunnaki, também referidos como gigantes. Como todos sabem, a aparência geral dos gigantes é de um humanoide de grande estatura, e por isso é atribuído a eles uma grande força e resistência.
Tiahuanaco
Eles não estão presente somente nas lendas e no imaginário humano, mas na literatura e no cinema podemos citar diversas referências; além disso, há pesquisadores que entendem que eles foram construtores de inúmeros monumentos em todo o mundo por utilizarem grandes e pesadas pedras ou rochas, que variam de 10 à mais de 150 toneladas que podem chegar a 7 metros! E que se certa forma, a tecnologia usada foi tanta que essas estruturas duram ate hoje. 
Stonehenge
No folclore escandinavo, encontramos os trolls, semelhantes aos ogros ou aos goblins (parecidos com os duendes), de aparência horrorenda e, segundo a literatura nórdica, com orelhas e nariz enormes. Geralmente são descritos como sujeitos não muito inteligentes, porém muito trabalhadores.
Como dito anteriormente, na mitologia grega os gigantes são filhos de Gaia, feitos para derrotar Zeus após ter aprisionado os titãs no Tártaro. Os próprios titãs são gigantes.
Os citados na Bíblia, seriam filhos de anjos com humanos. No livro do Gênesis 6:4 lê-se: "Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antiguidade.". Em outras teorias, estes gigantes são chamados de nefilins, com "puros" (com mais de 3 metros) e os "híbridos" (com cerca de 3 metros). Numa tentativa de comprovar sua existência, também foram encontrados fósseis que demonstram a genética curiosa desses seres que tinham um total de 24 dedos. Além dos nefilins, em outra passagem encontramos o gigante Golias, derrotado e morto pelo célebre Davi.
O Titã Prometeu
O assunto é extenso sim, até porque os gigantes aparecem no imaginário datando aproximadamente 15 milhões a. C. e supostamente já encontraram indícios em escavações e túmulos, por exemplo; mas vamos falar do que vem ocorrendo atualmente. Quantas vezes vemos na TV documentários ou entrevistas com os "gigantes atuais"? Pessoas com estatura incomum ainda existem, o que pode ser chamado de gigantismo hipofisário, uma enfermidade causada pela alta taxa de hormônio do crescimento durante a idade do crescimento, fazendo os indivíduos com essa desordem alcançarem entre 2,30m a 2,75m.
Já o excesso desse hormônio em adultos é chamado acromegalia. A síndrome causa deformidades nas partes moles e nos ossos, deixando-os largos, não aumentando a altura. 
E você? Tem gigantes a sua volta?

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Hiperbórea

Dando continuação ao tema civilizações perdidas, falaremos sobre a suposta segunda raça a desenvolver-se ou "chegar" ao planeta Terra.
Segundo a mitologia grega, a Hiperbórea era localizada na atual região ártica e os gregos entendiam que o deus Apolo era venerado pelos hiperbóreos e viajava sempre à região, principalmente no inverno. Em suas visões, este país seria um paraíso, onde raramente o sol se punha (apenas uma vez por ano), o clima era suave, com cidadãos pacíficos, formação com diversos cristais e muito gelo.
A felicidade era tanta que quando a população cansava de tanta perfeição, se suicidava tranquilamente pulando do alto de um precipício com a cabeça coroada de flores.
Clique para expandir o mapa de
Mercator (1512-1594) onde podemos
localizar uma rocha ou forma semelhante
a ilha no extremo norte da Terra
Sua localização contradiz dependendo da versão, podendo ser uma ilha, uma península ou apenas uma terra desconhecida e não estudada. Dizia-se que lá havia muito ouro, guardado pelos grifos.
Pode ser uma outra lenda dos gregos, mas que o sol não se põe todo dia acima do Círculo Ártico, isso é verdade! O fenômeno é conhecido como "sol-da-meia-noite" e pode ser visto na parte norte da Suécia, da Noruega e da Finlândia.
O que firma mais a existência dos hiperbóreos ou de qualquer outra civilização que habitou o extremo norte, é que não é citada somente pelos gregos. Encontra-se em outras culturas ilhas semelhantes, como Leiké (helênica), Çveta Dvipa (hindu) e Ávalon (arturiana). São "ilhas brancas", de esplendor e mistérios.
Na mitologia hindu, Vishnu é o deus responsável pela manutenção do universo e nessa teoria está correspondendo a Apolo, deus grego da doença e da cura (e de outras coisas), já que ambos residem ou frequentemente vão à esta ilha. 
Em outras características as histórias se concordam, tornando-a mística, desaparecida por um congelamento ou dilúvio. Por ser contada por diversas culturas, não há data fixa ou próxima sobre sua existência (a única informação que encontrei sobre isso, diz que teriam existido em 18 milhões a. C. à 1 milhão a.C.), somente que teria sido perdida ou oculta, sem catástrofes como aconteceu com Atlântida. 

domingo, 3 de novembro de 2013

Atlântida

Voltando do hiato, novos posts estão saindo do forno!
São muitas as propostas alternativas para a existência de civilizações desenvolvidas no passado remoto da Terra. Dependendo do ponto de vista, seja esotérico, místico, religioso ou da chamada arqueologia não oficial, as datas variam bastante. Sendo assim, escreverei uma série sobre civilizações perdidas começando pela Atlântida.
Algumas versões para o surgimento da Atlântida afirmam que os Senhores da Chama de Vênus começaram a chegar à Terra 137 milhões de anos a.C., estabelecendo-se na Atlântida. Nessa versão, o auge da civilização teria ocorrido por volta de 1 milhão a.C. Outras versões trazem datas mais recentes; aproximadamente em 35.000 a.C. teriam sido construídas as primeiras pirâmides no continente desaparecido.
Há várias teorias para a explicação ou da existência ou do desaparecimento dessa civilização e uma delas é de Platão, que no livro "Atlântida" afirmou que esta cidade estaria além das colunas de Hércules (estreito de Gibraltar) próxima a uma região conhecida como Quadrilátero de Canais. 

Na Teoria do Antigo Continente, vemos que os atlantes foram somente uma civilização ancestral que recebeu diversos nomes em variadas culturas e teriam sido os responsáveis pela criação do alfabeto, das culturas agrícolas, da pecuária e do cavalo, além de supostamente ter se localizado na Indonésia e que os gregos, egípcios, hindus e tupis seriam seus descendentes.

Representações gráficas são comuns sobre este continente,
todas pertencentes ao imaginário humano

Certas teorias afirmam que pela alta quantidade de terremotos e vulcões, o continente teria passado por três destruições, fazendo o continente aos poucos se desfazer e afundar. A primeira destruição teria ocorrido por volta de 50.000 a. C. que afundou algumas do continente atlante, por causa dos vulcões e terremotos. Aproximadamente em 28.000 a. C. aconteceu a segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, foi quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas que conectavam o continente à América do Norte. Na terceira destruição foi onde floresceu a civilização citada por Platão que por fim foi extinta, em uma só noite.
As partes mais elevadas, supostamente correspondem hoje aos Açores, segundo Platão. Para o filósofo grego, o nome Atlântida diz sobre três civilizações distintas, já que cada uma das destruições fez os sobreviventes recomeçarem tudo do início. Por Volta de 12 ou 10.000 a.C., Atlântida teria "desaparecido".
Não podemos levar em conta tudo que Platão informou, já que pode ser uma fábula criada após suas viagens ao Egito e seu contato com sacerdotes de lá.

Alguns dizem que fica lá, outros cá, surgiu e terminou por motivos diferentes... As evidências que o continente atlante realmente existiu não são suficientes, desde antes de Cristo têm sido um longo debate e até os dias de hoje a civilização submersa levanta dúvidas e questões e quem sabe um dia não possam ser definitivamente respondidas?
Fica o link de um vídeo com o documentário feito pelo History Channel com participação da equipe do MysteryQuests sobre as evidências e as teorias que acercam sobre Atlântida, olhem! http://www.youtube.com/watch?v=HLeLpcf47s0